sábado, 28 de junho de 2008
Por que aprendemos?
Acredito que vários são os motivos ensejadores que impulsionam uma pessoa a tentar aprender.
Sabe-se que podemos ter motivações diversas, tanto de ordem interna, como externa, sendo que na maioria das vezes estão interligadas entre si.
Um bom e carismático professor(a) pode ser considerado um estímulo para o aprendente buscar conhecimentos na disciplina que estuda.
Um concurso público, por ser considerado atualmente, sinônimo de realização profissional de milhares de pessoas que sonham em obter independência financeira.
Entretanto, acredito que a tudo isto e muitos outros exemplos de motivações têm uma fonte primígena que impulsiona a uma pessoa buscar conhecimentos: o ser social que somos.
Realmente, nós somos seres essencialmente societários, vivemos em sociedade e dela fazemos parte integrante. Quando buscamos adquirir conhecimentos para conseguir aprovação em um concurso público para alcançar independência financeira ou obter notoriedade com os colegas de trabalho ou pessoas que conversamos, sempre estaremos tentando satisfazer uma exigência cultural já estabelecida, que muita das vezes desnecessária e inócua para a vida prática da pessoa.
Independente disso, acredito que adquirir conhecimentos que lhe permitam inclusive observar criticamente os métodos de aprendizagem ou a própria sociedade em que vivemos é de suma importância, cuja oportunidade deve ser dada para toda e qualquer pessoa.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Qual o papel do professor no processo de aprendizagem? E na aprendizagem coletiva?
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Wikipédia, a enciclopédia livre.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Aluno-aluno e a cidadania através da tecnologia
quarta-feira, 14 de maio de 2008
BLOGS ALUNO-ALUNO: FICHAMENTO, RESENHA E PROJETOS.
Por fim, acreditamos que o módulo de informática na educação nos mostrou infinitas possibilidades e descortinou recursos tecnológicos já existentes nos fazendo enxergá-los sob uma nova ótica.
Antônio, Adalgisa e Marlene.
sábado, 10 de maio de 2008
Trabalho de conclusão de disciplina
Visando desenvolver algumas das habilidades mais importantes para os professores nos dias atuais, esta atividade viabilizará que os alunos exercitem sua comunicação escrita e seu poder de síntese, além do trabalho em grupo.
Cada grupo de alunos (duplas ou trios) apresentará, no formato de um resumo expandido, o resultado de uma pesquisa empírica (envolvendo jovens e adultos) que utilize alguma das tecnologias trabalhadas em sala de aula, ou outra a que voces tenham tido acesso.
O Resumo Expandido deverá abordar a tecnologia desejada a partir do referencial conceitual dos autores que fundamentaram as aulas. Deverão existir as seguintes seções: Introdução (visão geral do tema abordado); Referencial Teórico (mínimo de 5 autores que embasaram a pesquisa); Metodologia (como foi a escolha da tecnologia, como foram colhidos os dados (entrevista...), apresentação dos jovens selecionados e da tecnologia estudada); Resultados (apresentação condensada dos dados); e, Conclusão, com a avaliação que o grupo faz sobre a relação entre a teoria e a prática, ou seja, o que a teoria diz e o que foi encontrado na prática. Figuras com telas da tecnologia podem ser colocadas na terceira página do artigo.
O artigo deverá ter entre 2 e 3 páginas, digitadas com fonte Times New Roman, tamanho 10 e espacejamento simples entre linhas. O formato deve ser de duas colunas como proposto no modelo de iniciação científica. As citações deverão seguir o padrão ABNT ensinado na disciplina Metodologia de Pesquisa. A correção gramatical e a ABNT farão parte da nota.
Observações:
1. Um modelo de artigo (Modeloexpand.doc) está numa pasta disponível no endereço http://www.4shared.com/dir/4981500/415ab117/Metodologia_Cientifica.html .
2. Você deve acessar esse link, depois clicar no ícone de download (no canto direito) nos arquivos que você desejar baixar (ResumoExp.zip, por exemplo). Na tela que aparece, procurar o link download file que fica mais ou menos no meio da página.
3. Aproveite e baixe também a apostila Modulo Metod2.pdf para pegar algumas dicas de ABNT.
4. Os trabalhos deverão ser entregues ao professor até 15 dias depois da última aula. O atraso é normatizado pela FADEPE. Para garantir uma melhor qualidade do trabalho, o professor estará à disposição dos grupos que enviarem o material antes, por e-mail, para que seja possível criticar o trabalho antes que ele esteja valendo nota.
5. A nota final dos trabalhos será entregue em até 15 dias.
Resumo de utilização dos blogs
1. Pedir que cada aluno crie um email no Gmail e que o representante de turma coloque tudo numa planilha Excel;
2. Criar o blog com o tema desejado;
3. Entrar no Blogger e clicar em Configurações;
4. Depois clicar em Permissões e no botão Enviar Convites para esses alunos (copiando e colando da planilha Excel) - dessa forma seus alunos poderão, além de colocar postagens deles (não apenas comentários);
5. Pedir que os alunos façam comentários sobre os trabalhos (postagens) dos outros, tudo isso servindo como material para avaliação da turma...
Prof. Jorge
A utilização do Blog na aula
Blogs Educativos
Os blogs educativos são páginas simples, que levam vantagem sobre as home page pela facilidade de criação e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los. Além disso, publicam idéias em tempo real e possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada. Sua principal característica são os textos curtos que podem ser lidos e comentados, abrangendo uma infinidade de assuntos: diários, piadas, notícias, poesias, músicas, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir. Como num veloz eletrônico ele permite a abordagem de diversos assuntos, aumentando a interatividade com os visitantes, que passam a constituir uma comunidade. Ampliam-se assim, as possibilidades de um diálogo com outras formas de saber entre as diferentes disciplinas do conhecimento escolar.
Alguns motivos para usar blogs como atividade de ensino-aprendizagem
Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
Evitar o retrabalho docente. Uma vez publicado você só precisa aperfeiçoar!!!
Desenvolver o espírito de colaboração(aprender a conviver)
Aprender a aprender.
A utilização de blogs na educação, possibilita o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de idéias na Internet. Basta adequá-los aos objetivos educacionais, para que o conhecimento seja construído através da interação dos recursos informáticos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.
Tecnologia no ensino superior!
Utilização dos novos métodos de abordagem da História
Ferramenta Blog
Os benefícios da tecnologia aplicados à educação.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Aula # 2
DISCIPLINA: TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
PROFESSOR: JORGE CORREIA
AULA: 10/05/2008
1. OBJETIVOS:
Discutir com os alunos (pós-graduandos em Docência do Ensino Superior) sobre a sociedade em rede, utilizando da própria tecnologia para atraí-los.
2. RECURSOS INSTRUCIONAIS:
Ø Canhão, quadro branco e computadores ligados à Internet.
3. APRESENTAÇÃO:
Ø Atenção e motivação: por quê estudar essa temática? A sociedade em rede...
Ø Uso do blog – interação, crítica, argumentação. Debate sobre o texto de Jésus Beltran Llera.
Ø Uso do wiki como construção coletiva – uma visão prática;
Ø Debate sobre a utilização do wiki no Ensino Superior.
4. CONCLUSÃO:
Ø Síntese;
Ø Leituras recomendadas.
5. REFERÊNCIAS:
WIKIVERSIDADE. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikiversidade
EDUCAREDE. Disponível em http://educarede.org.br/educa/index.cfm
SALLES, Miriam. Informática Educacional. 2008. Disponível em http://miriamsalles.info/wp/?p=450. Acesso em abr/2008.
BECTA. Learning lessons from digital games: What can games teach us about narrative? Disponível em: www.becta.org.uk/. Acesso mar/2007.
BRANDÃO, Carlos R. O que é educação? São Paulo, Ed: Brasiliense, 2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários para a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
LARA, Isabel C.M. Jogando com a Matemática de 5ª a 8ª série. São Paulo: Rêspel, 2004.
LEITE, Paula. Jogos on-line criam economia paralela. Folha Online. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/folha/informática/ult124u19538.shtml. Acesso em jan/2006.
LÈVY, P. O que é Virtual? 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996.
________. Cibercultura. São Paulo: Cortez, 1999.
LOPES, Maurício C.; WILHELM, Pedro P. H. Uso de jogos de simulação empresarial como ferramenta educacional: uma análise metodológica. Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.
MOITA, Filomena M.G.S.C. Games contexto cultural e curricular juvenil. Tese de Doutorado. UFPB. João Pessoa, 2006.
MOREIRA, Celina C.; COAST, José W.; MOREIRA, Mércia. Ambientes Informatizados de Aprendizagem – Produção e Avaliação de Software Educativo. Campinas: Papirus, 2001.
PASSERINO, L.M.. Avaliação de jogos educativos computadorizados. Taller International de Software Educativo 1998. Santiago (Chile). Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.
RAMOS, Edla M.F. Análise ergonômica do sistema HiperNet buscando aprendizado da cooperação e da autonomia. Tese de Doutorado. UFSC. Florianópolis, 1996. [on line] Disponível em www.inf.ufsc.br/~edla Acesso em dez/2000.
RIEDER, Rafael; ZANELATTO, Elisângela Mara; BRANCHER, Jacques Duílio. Observação e Análise da Aplicação de Jogos Educacionais Bidirecionais em um Ambiente Aberto. The Journal of Services Marketing – v. 16, nº 6 – 2002, p. 515-534.
TELES, M.L.S. Socorro! É proibido brincar!. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
TEIXEIRA, Jaqueline F. Uma discussão sobre a classificação de software educacional. Disponível em www.ccuec.unicamp.br/revista/infotec/artigos/jacqueline.html Acesso em maio/2007.
VALENTE, José Armando. Diferentes usos do Computador na Educação. Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Dica # 1
http://educarede.org.br/educa/index.cfm
http://vidassecascolbachini.zip.net
Um abraço.
Prof. Jorge Correia
Resultados do 1º encontro
Mas no 2º encontro com certeza teremos oportunidade de praticar, de experienciar tudo isso que estamos estudando. Um dos textos que estudaremos (estarei levando 10 cópias) se encontra disponível em:
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=664
Não se esqueçam de ler o texto "Ferramentas da web para a aprendizagem colaborativa" que distribuí na aula passada.
Até lá!
Prof. Jorge Correia
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Plano da aula 1 - chat / blog
DISCIPLINA: TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
PROFESSOR: JORGE CORREIA
AULA: 26/04/2008
1. OBJETIVOS:
Discutir com os alunos (pós-graduandos em Docência do Ensino Superior) sobre os impactos da cibercultura nos alunos da geração net, utilizando da própria tecnologia para atraí-los.
2. RECURSOS INSTRUCIONAIS:
Ø Canhão, quadro branco e computadores ligados à Internet.
3. APRESENTAÇÃO:
Ø Atenção e motivação: por quê estudar essa temática? A cibercultura...
Ø Uso do e-mail e do bate-papo – uma forma de aumentar a interação prof–aluno e aluno-aluno;
Ø Uso do blog – interação, crítica, argumentação. Debate sobre as 10 habilidades do professor segundo Perrenoud.
Ø Debate sobre a informática na educação no mundo e no Brasil;
Ø Uso do wiki como construção coletiva – uma discussão preliminar.
4. CONCLUSÃO:
Ø Síntese;
Ø Leituras recomendadas.
5. REFERÊNCIAS:
SALLES, Miriam. Informática Educacional. 2008. Disponível em http://miriamsalles.info/wp/?p=450. Acesso em abr/2008.
BECTA. Learning lessons from digital games: What can games teach us about narrative? Disponível em: www.becta.org.uk/. Acesso mar/2007.
BRANDÃO, Carlos R. O que é educação? São Paulo, Ed: Brasiliense, 2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários para a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
LARA, Isabel C.M. Jogando com a Matemática de 5ª a 8ª série. São Paulo: Rêspel, 2004.
LEITE, Paula. Jogos on-line criam economia paralela. Folha Online. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/folha/informática/ult124u19538.shtml. Acesso em jan/2006.
LÈVY, P. O que é Virtual? 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996.
________. Cibercultura. São Paulo: Cortez, 1999.
LOPES, Maurício C.; WILHELM, Pedro P. H. Uso de jogos de simulação empresarial como ferramenta educacional: uma análise metodológica. Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.
MOITA, Filomena M.G.S.C. Games contexto cultural e curricular juvenil. Tese de Doutorado. UFPB. João Pessoa, 2006.
MOREIRA, Celina C.; COAST, José W.; MOREIRA, Mércia. Ambientes Informatizados de Aprendizagem – Produção e Avaliação de Software Educativo. Campinas: Papirus, 2001.
PASSERINO, L.M.. Avaliação de jogos educativos computadorizados. Taller International de Software Educativo 1998. Santiago (Chile). Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.
RAMOS, Edla M.F. Análise ergonômica do sistema HiperNet buscando aprendizado da cooperação e da autonomia. Tese de Doutorado. UFSC. Florianópolis, 1996. [on line] Disponível em www.inf.ufsc.br/~edla Acesso em dez/2000.
RIEDER, Rafael; ZANELATTO, Elisângela Mara; BRANCHER, Jacques Duílio. Observação e Análise da Aplicação de Jogos Educacionais Bidirecionais em um Ambiente Aberto. The Journal of Services Marketing – v. 16, nº 6 – 2002, p. 515-534.
TELES, M.L.S. Socorro! É proibido brincar!. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
TEIXEIRA, Jaqueline F. Uma discussão sobre a classificação de software educacional. Disponível em www.ccuec.unicamp.br/revista/infotec/artigos/jacqueline.html Acesso em maio/2007.
VALENTE, José Armando. Diferentes usos do Computador na Educação. Disponível em: www.c5.cl/tise98/html/trabajos/jogosed/. Acesso em mar/2005.